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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Privacidade na relação x Fidelidade Emocional
Deverá um casal partilhar tudo? Desde as mensagens de celular , às senhas de e-mail e redes socias como incentivo para uma relação aberta e honesta?Nããããããoooooooooooooooooooooooooooooo
Mesmo numa relação amorosa, as pessoas têm direito a ter alguma privacidade. Partilhar tudo pode ser demasiado.
Dito isto, o acesso às contas de e-mail individuais, das mensagens do celular e até de contas bancárias, como forma de controle do parceiro pode revelar-se contraproducente para estabelecer a confiança. Há uma mensagem subjacente no querer ter acesso total aos domínios protegido por senha que diz: "Estou à espera de te apanhar em algo errado."
Além disso, o parceiro/a poderá sentir que está a ser "controlado/a" ou gerido como se fosse uma criança. Isto não é saudável para a relação, nem para a vida sexual, uma vez que faz crescer as acusações mútuas no casal.
Como fomentar uma atmosfera de confiança na sua relação?
- Mantenha as senhas e outras informações essenciais, como registos bancários, num local seguro mas que o seu parceiro possa ter acesso em caso de emergência. Se você não se sentir confortável com essa situação, escolha um amigo ou membro da família para manter essas informações.
- Deixe o seu e-mail aberto, às vezes, no computador para mostrar que não tem nada a esconder. Deixe-o/a ficar com o seu telemóvel quando vai correr ou tomar um ducha. Isto cria um ambiente de abertura e confiança.
- Acabe com os chat´s, e-mails, ou chamadas de telefone, de ex-relações e que sinta que poderá ainda haver algo de intenso entre vocês. Diga: "Neste momento estou numa relação que prezo muito. Desejo-te o melhor…"
É normal andar a "bisbilhotar" o parceiro?
Quem já não teve a tentação de saber o conteúdo das mensagens de celular ou de e-mail do parceiro? A curiosidade é normal.
No entanto, passar à ação e começar a “bisbilhotar” as mensagens do seu parceiro porque desconfia que está a ser traído/a é uma questão completamente diferente. Geralmente, se isso acontece é porque você suspeita que alguma coisa não vai bem na relação. Há dois resultados possíveis:
- Você descobre provas de infidelidade.
- Você não encontra nada ... mas, mesmo assim, continua a sentir-se desconfiado/a.
Como abordar um parceiro quando encontra provas de infidelidade
Independentemente de já desconfiar, ou não, que algo está mal na relação, o confronto com as provas de infidelidade é sempre um choque emocional associado a sentimentos de raiva, tristeza e tudo mais.
Certamente que é uma fase difícil, mas o melhor para si (e para a sua relação) será esperar até se sentir calmo/a para confrontar o/a seu/sua parceiro/a com as respectivas provas.
Eis algumas dicas que poderão ser úteis para quando se sentir preparado/a:
- Aponte os seus pensamentos e objetivos para a conversa;
- Escolha um tempo para falar quando estiverem apenas os dois e sem distrações;
- Admita o que descobriu - não procure “encurralá-lo/a” com perguntas do tipo “tens alguma coisa para me contar?”;
- Diga-lhe como essa descoberta o/a fez sentir. Concentre-se nos seus sentimentos, em vez procurar acusações ou culpas;
- Aceite a possibilidade de existir uma explicação razoável;
- Se o/a seu/sua parceiro/a admitir o comportamento ou a infidelidade, agradeça-lhe a sua honestidade e peça-lhe para continuarem a conversa mais tarde, pois nesse momento deverá sentir uma escalada das suas emoções que não ajudarão a clarificar a situação. Não tente obter todos os detalhes nesse momento;
- Se o/a seu/sua parceiro/a negar ou tentar racionalizar a sua descoberta, continue atenta/o até ter novas provas mas relaxe: Encare a real possibilidade de poder estar paranóica e se confundido. Isso é comum, vizis. Se você não estiver se confundindo, na hora certa você saberá.
- Outra situação que é comum : Se acredita que sua saúde está em risco, por causa de doenças sexualmente transmissíveis e práticas sexuais inseguras, tome precauções (por exemplo, use preservativo) ou fale com o/a seu/sua parceiro/a directamente dizendo-lhe que está preocupada/o com sua saúde sexual.
Limpar o passado: que detalhes da infidelidade devem partilhar?
Muitos dos parceiros traídos têm um desejo enorme em saber o ínfimo detalhe da situação. O parceiro infiel poderá, por seu lado, procurar evitar dar respostas a estas questões para evitar ainda mais dor e raiva.
Tentar minimizar, esconder ou não revelar a verdade de um caso apenas irá causar mais danos à relação, talvez de forma irremediavel:
Esclareçam, com detalhe, os seguintes pontos;
- Quando começou;
- Quem iniciou;
- Existiu contacto sexual?
- Que tipo de comunicação foi (e como foi) partilhada, e-mails, chat´s, mensagens, chamadas telefónicas ou cartas?
- Que “omissões” foram feitas: dizia que estava a trabalhar, ou no computador, até tarde?
- Inventou histórias para estar com essa pessoa?
- Terminou, ou pretende terminar, essa relação extra-conjugal?
Top 10 das emoções de um parceiro traído
As emoções andam à solta depois da descoberta de uma traição. Muitas pessoas descrevem a sensação como irreal, como se estivessem a viver a vida de alguém, uma vez que tanta coisa é posta em causa depois de descobrirem que o/a parceiro/a foi infiel.
Mais comumente, os parceiros traídos sentem:
- Extrema ansiedade e/ou pânico;
- Depressão (incluindo as alterações do sono e do apetite);
- Raiva
- Tristeza;
- Medo de perder o/a parceiro/a;
- O desejo de divórcio ou de deixar a relação;
- Mudanças repentinas de emoções;
- Pensamento obsessivo sobre o assunto;
- Aumento do desejo sexual pelo/a parceiro/a;
- Desgosto com a possibilidade de vir a haver sexo com o/a parceiro/a;
- Falta de confiança no/a parceiro/a
Embora estas emoções possam surgir de forma poderosa e esmagadora, é importante saber que elas vão diminuir com o tempo. Evite fazer decisões precipitadas nas primeiras semanas. Além disso, evite dizer palavras desagradáveis de que poderá vir a arrepender-se.
Beijos das Vizis!
E lembrem-se ..... Chame! Podemos te dar muito mais do que um copo de açúcar....
*Adaptado do original de GoodInBed.com , site bacana para quem quiser visitar.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Minha relação com o parceiro é saudável?
Todo mundo conhece um casal chato, maluco ou aquele casal que a gente olha e pensa "Mas porquê eles estão juntos?". São aquelas pessoas que vivem às turras, fazem cenas em público, separam-se a cada par de meses, falam mal um do outro para todo mundo e, inexoravelmente, voltam. Para começar tudo de novo.
Esse tipo de relação doentia é comum, vizis. Acreditamos que a maioria de nós, já teve algum tipo de experiência com ela, não?
Quem tem sorte sai em pouco tempo. Os azarados ficam no purgatório por anos, com consequências terríveis. O fato é que quando estamos em um relacionamento, é dificil enxergarmos o que realmente se passa.
Falar de vinculo saudavel ou não saudável, levanta diversas questões , mas acreditamos ser importante ressaltar algumas que nos chamam a atenção:
Quando escolhemos compartilhar nossa vida com alguém, traçamos uma história conjunta: Amigos em comum, relações familiares, programas, convivência. Vejam, ser difícil se separar do amado é natural, mas quando esse amor torna-se literalmente o " não posso viver sem você" esta na hora de começar a olhar pra este relacionamento e pensar o porque de tanto apego.
A pessoa ao invés de acrescentar na sua vida, te anula ou se anula?
O balanço final será então uma união instável por sentimentos ruins.
Acreditar que "sempre vai melhorar" ou que para manter a relação é aceitável passar por cima de tudo, é um erro.
As relações saudáveis se dão quando duas pessoas, de identidades e personalidade únicas se unem para somar uma a outra e não para pesar ou diminuirem-se.
Se seu(ua) parcero(a) é a única fonte de satisfação na vida, você precisa urgentemente rever seus conceitos. Isso não é satisfatório para ele(a) e nem para você, embora pareça ser em um primeiro momento.
É curioso como vemos diversos casais que dizem não saber mais imaginar sua vida sem a outra pessoa, como se os dois virassem um, carregando a idéia de que o amor é esquecer de si e viver para o outro. Ou casais que dizem não saberem por que estão juntos, tendo consciência de que a coisa vai de "mal a pior" e prolongando a situação, quase que como uma tortura permitível, um consenso, um contrato que diz: Você aceita a forma como eu te trato , e eu aceito a forma como você age. Vamos ser infelizes para sempre? Punto e basta!
Por que homens e mulheres vivem nessas masmorras afetivas?
Vizis, a dinâmica desses casais patológicos (vale mencionar que existem graus diferentes, ok?Alguns menos patológicos, outros mais) envolve sentimentos complexos, contraditórios e muitas vezes obscuros para os próprios envolvidos!
Além das coisas boas das quais gostamos de falar, (como ternura, desejo e admiração), há em todo relacionamento uma boa dose de ingredientes inconfessáveis.
Há raiva, dependência e medo. Há dominação e controle. Há perversidade também. As pessoas convivem com essas coisas como convivem com as coisas boas. E vão tocando.
Porém, nas relações patológicas, os sentimentos ruins fornecem a base da ligação do casal. Isso não quer dizer que as pessoas "metidas nesse tipo de parceria" vão cometer crimes(embora algumas cheguem sim a este ponto!), mas é provável que elas façam muito mal a si mesmas e aos que estão em volta.
Para eles, há uma lógica interna nesse tipo de relação, que nada tem a ver com a realidade, mas que justifica quase tudo. É nessa zona cinzenta, de compreensão impossível para quem está de fora, que se constrói a cumplicidade corrompida desses casais.
Se alguém precisa de controle é por que está morrendo de medo e de insegurança.
Se alguém se deixa manipular é por que precisa desesperadamente de atenção.
Vejam, quem se curva o faz com raiva e com ressentimento, que "vira e mexe", explodem.
E quem controla está exasperado com o medo de perder seu poder sobre o outro.
Medo e raiva tornam-se em relações de extrema dependência um cimento tão eficaz como desejo e ternura em uma relação saudável: as pessoas se vinculam e tornam-se ligadas através desses sentimentos. Rebelam-se e retornam a eles. De qualquer forma, a tensão é imensa e as pessoas se habituam a ela. Passa a ser o ambiente "da casa".
As pessoas envolvidas nesse tipo de relação não são "malucas" vizis, a interação entre elas é que é doentia.
A mulher possessiva pode ter um namoro normal com um sujeito que, de alguma forma, a faça tranqüila. Pode ser pelo sexo, pode ser pela dedicação, pode ser por demonstrações práticas de amor.
O mesmo homem submisso pode, em outro contexto, ter uma relação ativa e prazerosa, que desperte nele o prazer da autonomia e da independência.
Em geral é isso que acontece: as pessoas passam por relações neuróticas, aprendem algo sobre si mesmas e dão no pé, em busca de coisa melhor.
Nem todas, porém, agem assim. Por juventude, por inexperiência ou por ignorância, alguns permanecem trancados no inferno das relações disfuncionais. A esses pode acontecer de tudo, inclusive violência e crime. Só não há risco, por certo, da felicidade.
Lembrem-se vizis : Uma relação saudável se baseia em troca, em discussões construtivas, em companheirismo. E lembrando o primeiro post deste blog, acrescentamos ainda: Relações de casal saudáveis além de troca e de tudo mais citado acima meus amores, se baseaim em amor necessariamente, não apenas em amizade!
Se você está com ele(a) porque é um(a) bom amigo(a) apenas, ou boa companhia somente... existe alguma coisa errada ai!
Reflita , e Chame!
Entre em contato, vai ser um prazer recebê-las, vizis!
Beijos
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Eu não consigo terminar o meu namoro!
Oi vizis! Este espacinho será a nossa casa só por enquanto. Em breve mudaremos de "hospedagem" e vocês poderão ver as vizinhas mais de perto, no nosso site!
Desde já, sintam-se a vontade, "mi casa, su casa" ...
Como vai funcionar este Blog? Vamos sempre abordar questões trazidas por vocês,selecionando os assuntos que mais recebermos como sugestão de post por email, ou pessoalmente!
A algum tempo nós duas em parceria com o Instituto Paulista de Sexualidade temos realizado uma pesquisa que aborda justamente as maiores dificuldades que as pessoas enfrentam seja na sexualidade propriamente dita, seja no relacionamento afetivo.
Separada em uma série de categorias, a pesquisa analisa desde relacionamentos em geral e questões matrimoniais, a disfunções sexuais e sexualidade & deficiência física. É muito bacana e aos poucos vamos dividi-la com vocês.
Estreiando em grande estilo, selecionamos o Toplist:
Eu não consigo terminar o meu namoro!
Amostragem : 230 Homens e 230 mulheres que informaram não conseguir terminar o relacionamento, estado civil solteiro, de 25 a 45 anos, de vários estados ,sem filhos.
Porque "diabos", afinal, tanta dificuldade em terminar uma relação que não está satisfatória?
Dos 230 homens entrevistados, 80% alegam que não terminam o namoro porque estão acomodados. Os 20% restantes divididos quase que igualmete afirmam
01.Serem pressionados pela parceira e terem medo da reação, principalmente no "choro"
02.Terem medo de ficarem sozinhos e não conseguirem coisa melhor
03.Dizem terem desacreditado em encontrar um grande amor na vida, então não terminam por desejarem apenas uma companheira no sentido concreto da palavra : alguém que acompanhe.
Dos 230 homens entrevistados, 90% nunca disseram eu te amo para estas parceiras, 75% deles não citaram o nome da parceira ou se referiram a elas de forma negativa Ex. "Eu sei que ela é pouco para mim".
Dos 230 homens entrevistados ainda, 86% afirmaram sair com outras mulheres durante o relacionamento.
Dos 230 homens entrevistados por fim, 54% afirmaram gostar de outra pessoa que não a parceira.Destes 54%, 52% mencionando a frase "falta de coragem" , "não sei o que fazer com isso", ou a palavra "coragem" apenas, em seu discurso.
Das 230 mulheres entrevistadas, 60% alegam que não terminam o namoro porque tem medo de não encontrarem alguém melhor. Os 40% restantes divididos em 20,15 e 5% respectivamente informaram:
01.Não quererem romper o elo construído como amigos em comum, familiares e afins
02.Terem medo de ficarem sozinhas e as amigas não estarem solteiras
03.Se sentem pressionadas pelo parceiro
Das 230 mulheres entrevistadas, 98% disseram eu te amo para os parceiros.
Das 230 mulheres entrevistadas, 78% trairam seus parceiros.
Das 230 mulheres entrevistadas ainda, 82% delas citaram o nome do parceiro ou se mostraram culpadas pelo término, mencionando as palavras "dó", "coitado" e "sofrer".
Das 230 mulheres entrevistadas por fim, 51% delas afirmaram gostar de outra pessoa que não o parceiro. Destes 51%, 43% mencionando a frase "falta de coragem".
Veja só! Mais da metade da amostragem ( homens e mulheres) trai o parceiro, gosta de outra pessoa e tem medo ou falta de coragem.
Ou seja, 100% destas pessoas NÃO ESTÁ FELIZ, e FINGE.
Chame as vizinhas na defesa do DR. Do verdadeiro DR, não deste que se banalizou, mas a favor do diálogo puro, sincero da verdadeira discussão construtiva da relação!
O que acontece é que muitas vezes o homem "já imagina" o que a parceira vai dizer sobre determinado assunto. Ela por sua vez, também "já imagina" isso ou aquilo. No final das contas, nenhum dos dois conversa e o relacionamento sobrevive com entrelinhas e suposições e "revezamento de saco cheio".
Em 90% dos casos ( conclusão da pesquisa) , o término poderia acontecer mediante conversa, com consenso de ambas as partes e ainda seria possível manter amizade depois. Não acontece por auto-boicote, medo de exposição e principalmente medo do posicionamento!
Homens e mulheres, vamos parar com essa história de "muita areia pro meu caminhão"!
Fique com quem você ama. Dizer que alguém é muito não é desculpa:
Dizer que alguém é "pouco para mim" se chama Zona de Conforto. Se alguém é pouco, eu me sinto muito. E ai não preciso lidar com a minha insegurança.
Dizer que alguém é "muito para mim" se chama Insegurança. Se alguém é muito, eu me sinto pouco.Então evito e prefiro manter distância, para não lidar com uma possível ( e na maior parte das vezes imaginária) negativa do meu ponto de interesse.
Quando se namora ou se relaciona, você tem que olhar para o outro e trocar. Onde tem amor, tem troca. Se nem te amo você diz, se não tem emoção , se não tem tesão, enfrente!
Não aceitem menos por medo de não dar conta! E deixem também seu "menos" encontrar um igual.
Por Diós! O liberte!!
Estar em um relacionamento não é tarefa fácil e exige de cada um dos parceiros uma dedicação que nem sempre ambos estão com disponibilidade para dar. Se no começo o namoro, casamento, ou qualquer que seja o compromisso estabelecido com a pessoa é algo que te faz passar horas fantasiando as palavras ditas, os encontros, e tudo o que se passa com a pessoa amada... pode chegar um determinado momento em que nos colocamos a pensar: Afinal, o que foi que me uniu a esta pessoa e o porque este relacionamento que já foi tão bom, agora mais parece um fardo a ser carregado , porque é que não consigo sair desta relação?
Você já acha a pessoa chata, você não quer mais beijá-la.
Tudo que ela faz , na maior parte das vezes te irrita.
Os amigos próximos , as pessoas próximas, todos comentam : Você não está feliz.
Você não é mais o mesmo....
Nem o sexo é mais o mesmo ...
Meu(inha) querido(a) : Bem vindo ao mundo de Marlboro!
Se estar em um relacionamento é dificil, sair dele pode ser ainda mais dolorido porque é como se qualquer mudança, (e neste caso, a mudança de voltar ao clube dos solteiros) fosse necessariamente algo impossível de ser feito, seja pelo medo da solidão, seja pelo sentimento de culpa e de fracasso, ou também pelo comodismo.
É tão comum nós vizis, escutarmos no dia dia, seja no consultório ou fora dele, as mais diversas " desculpas" para alguém se manter em uma relação falida. Mas é fato que o que ocorre é o medo do desconhecido, o medo absurdo de perder, o medo de se arrepender... responsabilidade : o medo de interferir na vida de outras pessoas com esse término (isso acontece principalmente quando existem filhos na questão, o que não é o caso desta pesquisa especificamente).
Mas e ai? É como se quando fechássemos uma porta, nos esquecessemos que estamos abrindo outra, com outras possibilidades, com novas descobertas!
É uma pena que existam tantas pessoas que passam a vida inteira se escondendo atras dos seus receios, fugindo dos novos desafios, enfim, de serem donas das suas escolhas e assumir riscos na vida:
Não deixe o sentimento folgado... Preencha seu coração por completo.
Não tenha um coração anatômico bombeante apenas ... Lembre-se que ele Pulsa!
Se apaixone, fiquei cafona :desenhe coraçõezinhos coloridos,guarde fotos,
colecione lembranças, sinta o cheirinho, Escute sininhos!!!!!
Levante o pé quando beija! Faça loucuras .....
Não se escravize. Não se prenda a um relacionamento pelo bem do outro.
Isto é ilusão.
O outro não está bem, se você não está.
Não perca a oportunidade de conhecer a pessoa ideal!
Está em dúvida? Chame!
As vizis aqui podem te auxiliar a chegar na estrada : Quem vai caminhar é você!
O post de hoje foi longo, sim sabemos! Mas é porque é o primeiro!
Os próximos serão mais enxutos!
Beijo vizivizis!
Como vai funcionar este Blog? Vamos sempre abordar questões trazidas por vocês,selecionando os assuntos que mais recebermos como sugestão de post por email, ou pessoalmente!
A algum tempo nós duas em parceria com o Instituto Paulista de Sexualidade temos realizado uma pesquisa que aborda justamente as maiores dificuldades que as pessoas enfrentam seja na sexualidade propriamente dita, seja no relacionamento afetivo.
Separada em uma série de categorias, a pesquisa analisa desde relacionamentos em geral e questões matrimoniais, a disfunções sexuais e sexualidade & deficiência física. É muito bacana e aos poucos vamos dividi-la com vocês.
Estreiando em grande estilo, selecionamos o Toplist:
Eu não consigo terminar o meu namoro!
Amostragem : 230 Homens e 230 mulheres que informaram não conseguir terminar o relacionamento, estado civil solteiro, de 25 a 45 anos, de vários estados ,sem filhos.
Porque "diabos", afinal, tanta dificuldade em terminar uma relação que não está satisfatória?
Dos 230 homens entrevistados, 80% alegam que não terminam o namoro porque estão acomodados. Os 20% restantes divididos quase que igualmete afirmam
01.Serem pressionados pela parceira e terem medo da reação, principalmente no "choro"
02.Terem medo de ficarem sozinhos e não conseguirem coisa melhor
03.Dizem terem desacreditado em encontrar um grande amor na vida, então não terminam por desejarem apenas uma companheira no sentido concreto da palavra : alguém que acompanhe.
Dos 230 homens entrevistados, 90% nunca disseram eu te amo para estas parceiras, 75% deles não citaram o nome da parceira ou se referiram a elas de forma negativa Ex. "Eu sei que ela é pouco para mim".
Dos 230 homens entrevistados ainda, 86% afirmaram sair com outras mulheres durante o relacionamento.
Dos 230 homens entrevistados por fim, 54% afirmaram gostar de outra pessoa que não a parceira.Destes 54%, 52% mencionando a frase "falta de coragem" , "não sei o que fazer com isso", ou a palavra "coragem" apenas, em seu discurso.
Das 230 mulheres entrevistadas, 60% alegam que não terminam o namoro porque tem medo de não encontrarem alguém melhor. Os 40% restantes divididos em 20,15 e 5% respectivamente informaram:
01.Não quererem romper o elo construído como amigos em comum, familiares e afins
02.Terem medo de ficarem sozinhas e as amigas não estarem solteiras
03.Se sentem pressionadas pelo parceiro
Das 230 mulheres entrevistadas, 98% disseram eu te amo para os parceiros.
Das 230 mulheres entrevistadas, 78% trairam seus parceiros.
Das 230 mulheres entrevistadas ainda, 82% delas citaram o nome do parceiro ou se mostraram culpadas pelo término, mencionando as palavras "dó", "coitado" e "sofrer".
Das 230 mulheres entrevistadas por fim, 51% delas afirmaram gostar de outra pessoa que não o parceiro. Destes 51%, 43% mencionando a frase "falta de coragem".
Veja só! Mais da metade da amostragem ( homens e mulheres) trai o parceiro, gosta de outra pessoa e tem medo ou falta de coragem.
Ou seja, 100% destas pessoas NÃO ESTÁ FELIZ, e FINGE.
Chame as vizinhas na defesa do DR. Do verdadeiro DR, não deste que se banalizou, mas a favor do diálogo puro, sincero da verdadeira discussão construtiva da relação!
O que acontece é que muitas vezes o homem "já imagina" o que a parceira vai dizer sobre determinado assunto. Ela por sua vez, também "já imagina" isso ou aquilo. No final das contas, nenhum dos dois conversa e o relacionamento sobrevive com entrelinhas e suposições e "revezamento de saco cheio".
Em 90% dos casos ( conclusão da pesquisa) , o término poderia acontecer mediante conversa, com consenso de ambas as partes e ainda seria possível manter amizade depois. Não acontece por auto-boicote, medo de exposição e principalmente medo do posicionamento!
Homens e mulheres, vamos parar com essa história de "muita areia pro meu caminhão"!
Fique com quem você ama. Dizer que alguém é muito não é desculpa:
Dizer que alguém é "pouco para mim" se chama Zona de Conforto. Se alguém é pouco, eu me sinto muito. E ai não preciso lidar com a minha insegurança.
Dizer que alguém é "muito para mim" se chama Insegurança. Se alguém é muito, eu me sinto pouco.Então evito e prefiro manter distância, para não lidar com uma possível ( e na maior parte das vezes imaginária) negativa do meu ponto de interesse.
Quando se namora ou se relaciona, você tem que olhar para o outro e trocar. Onde tem amor, tem troca. Se nem te amo você diz, se não tem emoção , se não tem tesão, enfrente!
Não aceitem menos por medo de não dar conta! E deixem também seu "menos" encontrar um igual.
Por Diós! O liberte!!
Estar em um relacionamento não é tarefa fácil e exige de cada um dos parceiros uma dedicação que nem sempre ambos estão com disponibilidade para dar. Se no começo o namoro, casamento, ou qualquer que seja o compromisso estabelecido com a pessoa é algo que te faz passar horas fantasiando as palavras ditas, os encontros, e tudo o que se passa com a pessoa amada... pode chegar um determinado momento em que nos colocamos a pensar: Afinal, o que foi que me uniu a esta pessoa e o porque este relacionamento que já foi tão bom, agora mais parece um fardo a ser carregado , porque é que não consigo sair desta relação?
Você já acha a pessoa chata, você não quer mais beijá-la.
Tudo que ela faz , na maior parte das vezes te irrita.
Os amigos próximos , as pessoas próximas, todos comentam : Você não está feliz.
Você não é mais o mesmo....
Nem o sexo é mais o mesmo ...
Meu(inha) querido(a) : Bem vindo ao mundo de Marlboro!
Se estar em um relacionamento é dificil, sair dele pode ser ainda mais dolorido porque é como se qualquer mudança, (e neste caso, a mudança de voltar ao clube dos solteiros) fosse necessariamente algo impossível de ser feito, seja pelo medo da solidão, seja pelo sentimento de culpa e de fracasso, ou também pelo comodismo.
É tão comum nós vizis, escutarmos no dia dia, seja no consultório ou fora dele, as mais diversas " desculpas" para alguém se manter em uma relação falida. Mas é fato que o que ocorre é o medo do desconhecido, o medo absurdo de perder, o medo de se arrepender... responsabilidade : o medo de interferir na vida de outras pessoas com esse término (isso acontece principalmente quando existem filhos na questão, o que não é o caso desta pesquisa especificamente).
Mas e ai? É como se quando fechássemos uma porta, nos esquecessemos que estamos abrindo outra, com outras possibilidades, com novas descobertas!
É uma pena que existam tantas pessoas que passam a vida inteira se escondendo atras dos seus receios, fugindo dos novos desafios, enfim, de serem donas das suas escolhas e assumir riscos na vida:
Não deixe o sentimento folgado... Preencha seu coração por completo.
Não tenha um coração anatômico bombeante apenas ... Lembre-se que ele Pulsa!
Se apaixone, fiquei cafona :desenhe coraçõezinhos coloridos,guarde fotos,
colecione lembranças, sinta o cheirinho, Escute sininhos!!!!!
Levante o pé quando beija! Faça loucuras .....
Não se escravize. Não se prenda a um relacionamento pelo bem do outro.
Isto é ilusão.
O outro não está bem, se você não está.
Não perca a oportunidade de conhecer a pessoa ideal!
Está em dúvida? Chame!
As vizis aqui podem te auxiliar a chegar na estrada : Quem vai caminhar é você!
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Os próximos serão mais enxutos!
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