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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Depressão e Libido



Qual o diferencial da Chame! vizis?
A formação. Como sempre dizemos, somos mulheres por natureza, amigas por coração e psicólogas e sexólogas por formação.

Falar de sexo, montar oficinas e dar dicas ou dizer "umas abobrinhas" sem real fundamento, é fácil pessoal. Mas chamamos a ateção para o fato de que a sexualidade envolve temas mais profundos e específicos do que parece. E é de extrema importância, que tratando-se deste assunto, você procure profissionais qualificados para orienta-lo.

Nós temos bagagem para lidar com estas questões e trabalhamos há um bom tempo com o tema.

Uma série de questões psicológicas se relacionam com a sexualidade. Hoje falaremos da Depressão.

Vocês sabiam vizis, que metade das mulheres que procuram o ProSex (Projeto Sexualidade) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, sofre de baixo desejo sexual? Entre elas, 40% estão ou já estiveram em tratamento para depressão. Até recentemente, a disfunção sexual decorrente de tratamento antidepressivo também prejudicava a adesão ao tratamento. Nova geração de medicamento para depressão pode reverter o quadro de baixa adesão.
O Estudo Mosaico Brasil, realizado em 2008, avaliou o comportamento afetivo-sexual de mais de 8.200 brasileiros, 49% do sexo feminino. Comparando as mulheres participantes na faixa etária de 41 a 50 anos em tratamento para depressão com aquelas que não estavam em tratamento, observou-se que havia 22,6% delas com inibição de excitação sexual entre as que estavam em tratamento, contra 15,4% entre as que não estavam.
“A depressão causa desânimo e desinteresse geral, além de afetar a produção e a liberação de hormônios sexuais, o que interfere diretamente sobre a libido feminina”, afirma a Dra. Carmita Abdo, que estuda o comportamento e os problemas sexuais em homens e mulheres há mais de três décadas.
Até recentemente, a disfunção sexual decorrente de tratamento antidepressivo também prejudicava a adesão ao tratamento. Estudos demonstram que a disfunção sexual atinge de 30% a 70% dos pacientes que tomam antidepressivos, sendo uma das causas de abandono ao tratamento e ao medicamento já a partir do primeiro mês*.
“Há uma nova geração de medicamentos que minimiza esse efeito indesejável, o que pode contribuir para aumentar a adesão ao tratamento”, afirma a psiquiatra. “Isso significa um grande avanço, pois a interrupção prematura da medicação pode levar a um aumento de casos de recorrência dos quadros depressivos", afirma.
DEPRESSÃO E MULHER - Estima-se que 17 milhões de pessoas tenham depressão no Brasil, ou seja, 10% da população. O problema é mais prevalente entre as mulheres. Estatísticas mundiais apontam que elas sofrem duas vezes mais com o problema do que os homens. Uma das razões são as flutuações hormonais, mais pronunciadas na fase reprodutiva das mulheres. Segundo a psiquiatra, os períodos de oscilação dos hormônios, como ciclo menstrual, gravidez, pós-parto e menopausa coincidem com os picos de incidência de depressão nas mulheres.
“A depressão, quando não tratada, pode comprometer vários aspectos da vida, tais como o profissional, o emocional, os relacionamentos e até a vida a dois”, afirma. “Por isso a relevância do diagnóstico seguro e da adesão total do paciente ao tratamento adequado”, destaca a especialista.
SINTOMAS - Pesquisa Ibope realizada com 1.100 mulheres em oito cidades da América Latina aponta que os aspectos funcionais da depressão são subestimados. Em 78% das entrevistadas, tristeza, melancolia e desânimo são os sintomas mais associados à depressão.
Alterações no sono e perda do desejo sexual aparecem no outro extremo, cada qual com 3% das citações. “As pessoas relacionam depressão à sensação de tristeza ou angústia. Entretanto, a depressão pode ser a causa da pouca vontade de fazer sexo ou do isolamento afetivo e social”, afirma a psiquiatra, destacando a importância de estar atento também para os sintomas funcionais da depressão.

Procure ajuda! Melhorar a sua qualidade de vida com o auxílio de profissionais é possível.

Chame!

Beijos das vizis.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Auto-ajuda não é Psicologia!





Oi vizis!
Hoje falaremos sobre os livros de auto ajuda que lotam as prateleiras das livrarias e tem diversos temas desde "como agarrar um homem", "como criar seu filho", "como ganhar dinheiro", e por ai vai....

A variedade é tanta que corre-se o risco de comprar de todos os tipos, como se através deles pudéssemos encontrar soluções para as nossas questõe
s diárias .


Mas a vida não é um livro. Embora tenhamos no nosso cotidiano, capítulos, personagens, começos , meios e fins ... Nada é tão programável e controlável como parece.


Vejam bem, não estamos aqui para dizer se devem comprar ou não livros de auto ajuda, o que estamos colocando em questão é a importância de cada um se perceber, entender que não existem fórmulas e nem soluções mágicas para os problemas que irão surgir ao longo de nossas vidas, devemos sempre levar em consideração a nossa capacidade interior de enfrentamento. Cada pessoa tem uma forma diferente de reagir, de sentir, de entender. 


Psicologia não é auto ajuda,porque auto-ajuda na maior parte das vezes é uma junção de "clichês" que acabam por acobertar o real problema.
No nosso trabalho, levamos em conta sempre a individualidade de cada um, para que se possa fazer um plano de trabalho, um plano de ação, e se conquiste as metas de acordo com as possibilidades de cada indivíduo.


Sendo que quem age é o paciente. Nós somente damos as ferramentas, mas quem caminha é ele.
Então não deixe você vizi de olhar para você mesma e refletir sobre a questão que te atormenta, antes de  de sair correndo atras de respostas nos livros, porque elas não estarão lá. A resposta , grande parte das vezes está dentro de você, e você precisa encontra-la.


Sem preconceitos, já pensou em procurar um profissional para te ajudar a lidar com as suas questões?
Os livros são mais distantes, de muitas promessas e por isso , mais fáceis., só que menos efetivos.
A terapia pode ser demorada, mas é mais próxima e não promete nada. Você se compromete. É mais difícil, mas mais efetiva.


Repensem vizis!
*Não recriminamos a auto-ajuda, entendam. Claro que é bacana ler até para ver que todos passam por coisas parecidas, seja qual for o caso, mas é importante diferenciar a seriedade e a profundidade de um trabalho psicológico dos chamados livros de "auto-ajuda" que muitas vezes são de autoria desconhecida, e de pessoas que não tem know-how para orientação deste tipo.


Beijos vizivizis e até o próximo Post!
E lembrem-se:  Chame! Nós podemos te dar muito mais do que um copo de açucar.